segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

"Quinzena Cocktail Festival"


Uma suave e agradável noite para todos,

Gostaria de agradecer pelos novos e-mails e comentários enviados dos quatro cantos do mundo, recebo um por um com muito carinho e felicidade, leio com atenção cada detalhe. Um abraço especial para os amigos e amigas dos EUA, muito obrigado pelos elogios e pelas sugestões.
Inauguro, oficialmente, a Quinzena Cocktail Festival, com receitas, histórias e curiosidades sobre cada coquetel pedido pelos frequentadores deste espaço, além de postar novas receitas enviadas por vocês. E claro, apreciem com moderação.

Um grande abraço e que Deus abençoe a todos,
Phillipe.

"Mais dados de um Coquetel"


Em função da dosagem alcoólica, tamanho e temperatura dos cocktails, convencionou-se dividi-los em Short Drinks, Long Drinks, Hot Drinks.

SHORT DRINKS são bebidas servidas em copos pequenos, podendo ser aperitivos ou digestivos, variando conforme sua receita. Exemplos: Dry Martini, Margarita, Manhattan, Alexander, Rusty Nail.

LONG DRINKS são bebidas servidas com copos grandes, tendo geralmente em sua composição um destilado misturado a licores, sucos de frutas, refrigerantes e águas gaseificadas com muito gelo. Exemplos: Horses Neck, Tom Collins, Screw Driver, Gin Tônica.

HOT DRINKS são bebidas servidas em copos especiais, tendo como finalidade principal, aquecer o corpo. São bebidas apropriadas para dias mais frios. Exemplos: Irish Coffee, Ron Grog, Hot Egg Nog.

Modalidades:
Em função dos utensílios utilizados, forma de preparação e da densidade dos ingredientes utilizados convencionou-se dividi-los em três modalidades: Batidos, Mexidos e Montados.

BATIDOS são os cocktails cujos componentes têm diferentes densidades entre si, por isso é necessário batê-los para misturar melhor. Exemplos: Alexander, Whisky Sour, Daiquiri, Piña Colada.

MEXIDOS são cocktails cujos componentes têm entre si densidades muito semelhantes, bastando para isso mexê-los para misturá-los. Exemplos: Dry Martins, Manhattan, Rob Roy, Gibson.

MONTADOS são os cocktails que em sua composição há ingredientes de densidades diferentes ou semelhantes. Estes cocktails são preparados nos próprios copos onde serão servidos. São bebidas com visuais às vezes muito exóticos. Seus componentes devem ser colocados um a um, criando um visual bonito. Exemplos: Negroni, Old Fashioned, Pousse Coffee, Tequila Sunrise, Black Russian.

Em Classificação:
Em função do grau etílico de seus componentes os cocktails foram classificados como: estimulantes de apetite, digestivos, refrescantes, nutritivos e estimulantes físicos.

Estimulantes de apetite são cocktails com sabor seco, amargo ou ácido devendo ser servidos antes das refeições. Normalmente são preparados com bebidas destiladas, “bitters”, suco de frutas ácidas, vermutes, e pequenas quantidades de açucar.

Digestivos são cocktails preparados com componentes que ajudam na digestão dos alimentos. Entram em sua composição destilados, açúcar, licores, cremes, etc.

Refrescantes cocktails preparados normalmente com destilados, sucos de frutas, licores, refrigerantes, águas gaseificadas e muito gelo. São ideais para dias muito quentes de verão, seja na praia, na piscina ou mesmo curtindo uma gostosa noite acompanhando petiscos.

Nutritivos são cocktails em que usamos em sua composição ingredientes com alto teor calórico tais como: ovos, cremes, açúcar, mel, leite, chocolate, xaropes, vinhos fortificantes, etc.

Estimulantes físicos são cocktails preparados com ingredientes que tem por finalidade aquecer o corpo. São compostos por destilados, chás, café, chocolate, mel, leite quente, canela, noz-moscada, cravo-da-índia, recomendados para dias frios.

Fonte da definição: Wikipédia.

"História do Coquetel"


Sua origem é bastante remota, na idade media ja se misturava sucos de frutas aos destilados, pois estes eram muito fortes, com graduação alcoólica de 60 a 80 graus G.L.. Na antiga Grécia se misturava ao vinho, desde água do mar a mel de abelhas ou mesmo vinagres para dissolver e abrandar seu gosto, tendo assim um cocktail.
A exemplo do Irish Coffee, que quando surgiu, nada mais era que álcool de centeio e água quente servida aos marinheiros do capitão "Grog", da marinha britânica.

Naturalmente, a coisa foi evoluindo das primitivas misturas para combinações mais elaboradas e atraentes. Como em quase todos os conhecimentos adquiridos pela humanidade, a habilidade em se produzir coquetéis deu-se empiricamente, com o acumulo gradual de experiências, passando da mistura aleatória de bebidas para uma prática sistemática de produção, de manifestação reconhecida de talento e criatividade. Desta forma, não o surgimento, como defendem alguns estudiosos do assunto, mas sim a consolidação e o amadurecimento da habilidade técnica na manipulação e na combinação de bebidas aconteceu na Inglaterra em meados do século XIX. Em seguida alastrou-se pelo resto da Europa.

Entretanto, foram os americanos que realmente popularizaram e consagraram o cocktail, principalmente a partir da década de 20 do século passado, ironicamente durante a vigência da lei seca nos Estados Unidos. Era um meio de se amenizar o terrível gosto das bebidas fabricadas ilegalmente e também uma forma disfarçada de se beber sem chamar a atenção das autoridades. Foi o caso por exemplo, do Bloody Mary.

Muitos coquetéis são populares no mundo todo mas alguns alcançaram a condição de astros, verdadeiros ícones pops da cultura ocidental. O Martini, o drinque americano que é um dos símbolos do american way of life ou a Margarita, a latina que imigrou para o norte e conquistou o coração e o paladar dos gringos. E é claro, a Caipirinha, que se ainda não é tão universal quanto os demais, é com certeza o predileto dos brasileiros.

Existe nos EUA uma cultura alcoólica muito rica e diversificada, sem falarmos na força do mercado, o que evidentemente propiciou condições adequadas e favoráveis, se não ao surgimento, pelo menos para uma enorme popularização dos coquetéis. Por outro lado é na Europa que se encontra a grande produção das mais diversas bebidas alcoólicas além é claro, de ser o berço destas mesmas bebidas.

Ao importarmos de uma ou de outra, os métodos, os conceitos, as denominações, os ingredientes e demais tópicos agregados à produção de coquetéis, fatores como diferenças culturais, de costumes, de hábitos, de clima e até mesmo modismos, interferem no resultado final da produção de um coquetel. Além do que, certos ingredientes originais ou não existem ou não são tão facilmente encontrados em nosso país, obrigando muitas vezes a utilização de produtos similares (geralmente mais baratos) na feitura de tal ou qual coquetel. Assim, a soma destes fatores faz com que, eventualmente, um mesmo coquetel, com a mesma denominação, com a mesma provável origem e com mais ou menos a mesma base de ingredientes chegue aqui a um resultado diferente, as vezes sutil, as vezes tão marcantemente distinto que se poderia classificá-lo como sendo um outro coquetel.

Deste modo podemos dizer que existe também uma escola brasileira, que é naturalmente bastante influenciada pelas escolas européia e Norte Americana. Todo este preâmbulo tem por objetivo alertar de que optamos por utilizar um mix (o que não deixa de ser apropriado, em se tratando de coquetéis) entre as escolas europeia, americana e brasileira na composição deste glossário de termos, denominações, classificações, conceitos e métodos de produção de e para coquetéis.

Fonte da definição: Wikipédia.

"Manhattan"


Origem da definição: Wikipédia

Manhattan é um coquetel feito com uísque, vermute doce e amargo. Uísques comumente usados incluem o de centeio (a escolha tradicional), whisky canadense, bourbon, o blended whisky e Tennessee. Muitas vezes, o coquetel é misturado com gelo e é decorado com uma cereja Maraschino com uma haste. Servido freqüentemente em um copo Old Fashioned (vidro lowball).

É um dos seis doses de base constantes do David A. Embury do clássico "A arte de misturar bebidas".

Ingredientes:
- 100 ml de Bourbon;
- 40 ml de vermute Rosso;
- 3 gotas de Angostura;
- 1 cereja Maraschino (decoração).

Modo de Preparo:
No mixing glass, coloque gelo e todos os ingredientes. Misture e coe direto na taça, finalize com a cereja.

Bon Appétit!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Caipirinha"


Origem da definição: Wikipédia.

Pouco se conhece sobre a origem da caipirinha. Muito provavelmente, a mistura de cachaça, limão amassado com casca e mel nasceu no interior do estado de São Paulo, sendo considerada um poderoso remédio contra a gripe, a partir desta foi desenvolvida a mistura de cachaça, limão amassado, açúcar e gelo. De fato, o próprio nome "caipirinha" alude à origem caipira, nome pelo qual são conhecidos os habitantes do interior do estado de São Paulo. Em outros lugares do Brasil o aperitivo recebe nomes diferentes. Da fórmula original, considerada um clássico da coquetelaria internacional, apenas o açúcar e o gelo permanecem intocáveis: em bares de todo o mundo, a receita vem ganhando novas cores e sabores, com ingredientes cada vez mais surpreendentes. Aos poucos, a cachaça cedeu espaço para a vodca, o rum, o saquê e por vezes o Steinhäger, ao gosto do freguês. O limão vez por outra dá lugar a frutas tradicionais, como o morango, o maracujá ou a lima. Alguns barmen recentemente têm criado outras receitas de "caipirinhas", e hoje já se podem provar caipirinhas de saquê com lichia ou de carambola com manjericão. Até a laranja e a jabuticaba, geralmente desprezadas, são lembradas. Virou moda também juntar duas, três ou até quatro frutas no mesmo copo. Bom exemplo é a caipirinha de frutas vermelhas, uma combinação de amora, morango e framboesa.

Ingredientes:
- 1 limão;
- 50ml de cachaça;
- 3 colheres (de sopa) rasas de açúcar;
- Gelo (a gosto);
- Pedaço de limão para decorar.

Modo de Preparo:
Lave bem o limão e corte em 4 partes. Retire o miolo e os filetes brancos do meio para não amargar. Coloque em uma coqueteleira ou copo alto, amasse um pouco, junte o açúcar e soque um pouco mais. Adicione a cachaça e o gelo, feche o copo ou a coqueteleira e agite bem. Este é servido em um copo para caipirinha, podendo ser acompanhado de um pequeno canudo ou palitos de madeira e adicione um pedaço de limão para decorar.

Bon Appétit!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

"Piña Colada"



Origem da definição inicial: Wikipédia.

Piña colada (traduzindo do espanhol: abacaxi amassado) é um coquetel doce feito com rum, leite de coco, leite condensado e suco de abacaxi. É servido geralmente batido ou mexido com gelo. Sua origem é de Porto Rico.

A Piña Colada tem uma história oficial, com direito a placa oficial e condecorações.

Reza a lenda que a Piña Colada foi criada no Hotel Hilton do Caribe, no Bar Beachcomber pelo Sr. Ramón “Monchito” Marrero, em Porto Rico no ano de 1954. A gerência do hotel pediu ao barman que criasse um drink exclusivo para o bar e que atendesse o exigente paladar de sua clientela high-class-beautifull-people.

Ele ficou três meses desenvolvendo a mistura até chegar ao equilíbrio correto dos ingredientes. O que reforça esta versão é o fato de que o leite de coco Coco López, o pioneiro da categoria, foi criado no mesmo ano na Universidade de Porto Rico.

Ingredientes:
- 1/2 dose de Rum;
- 1 Xícara de suco de abacaxi;
- 1/2 dose de leite de coco;
- 4 pedras de gelo moído;
- Leite Condensado (a gosto);
- Açúcar (a gosto).

Modo de Preparo:
Bater (ou mexer) os ingredientes e servir em copo de long drink. Decorar com meia fatia de abacaxi e uma cereja.

Bon Appétit!

"Mojito"


Origem da definição: Wikipédia.

Mojito é um coquetel à base de rum branco originário de Cuba.

Esse cocktail com mais de 100 anos não está tão bem documentado quanto o Daiquiri ou o Cuba Libre. Sabe-se que floresceu na noite de Havana usando ingredientes nativos do Caribe. Os ingredientes são, além do Rum, o açúcar (os especialistas recomendam o xarope de açúcar, não o granulado), hortelã, limão e club soda.

A mistura de hortelã com bebidas é muito antiga. A exemplo do Bullshot, o Mojito teria sido criado por um inglês em alto-mar. A diferença, nesse caso, é que a história deste drinque era contada nos bares cubanos, em especial no "La Bodeguita del Medio", por ninguém menos que o escritor americano Ernest Hemingway. Segundo ele, o almirante e aventureiro inglês Francis Drake, o primeiro homem branco a aportar em inúmeras ilhas do Pacífico Sul, apaixonado pelos aromas da hortelã, teria sido o primeiro a misturar a planta com boas doses de rum.

Ingredientes:
- 1 dose de Rum Branco (200 ml);
- 4 limões/limas;
- 1 colher (de chá) de açúcar amarelo (Demerara ou Mascavo)
- Club Soda;
- 10 folhas de hortelã;
- Gelo.

Modo de Preparo:
Macerar a hortelã com o açúcar. Adicionar o suco de limão, o rum e o gelo. Completar com o Club Soda.

Bon Appétit!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

"Suflê de Chocolate"


Suflê de Chocolate

Ingredientes:
- 25grs de manteiga;
- 25grs de cacau amargo;
- 90grs de chocolate amargo;
- 3 ovos;
- 35grs de açúcar refinado;
- 30ml de leite.

Modo de Preparo:
Unte as fôrmas de suflê com a manteiga, depois polvilhe com açúcar e reserve na geladeira.
Faça a fusão do chocolate com o açúcar ao modo banho-maria, adicione o leite e o cacau.
Separe as claras das gemas e adicione as gemas ao chocolate, uma a uma, revolvendo com uma colher.
Bata as claras em neve, em ponto bem firme, e adicione 5grs de açúcar quando estiverem quase prontas. Junte-as ao chocolate, mexendo levemente, deixando-o aerado.
Preencha as fôrmas e leve-as ao forno pré-aquecido a 200 graus.

Dica: Nos primeiros 2 minutos, deixe uma fresta na porta do forno, depois feche. Isto vai manter o suflê mais firme por um tempo maior.

Bon Appétit!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"Ano novo, indicação nova"


Boa noite simpáticos visitantes e frequentadores deste espaço,

Depois de um período de descanso, o blog volta com força total e muitas novidades, em breve todos poderão conferir aqui na telinha.

Gostaria de indicar um lugar muito aconchegante e repleto de histórias, o local lembra as cidades históricas e o nosso rico patrimônio cultural mineiro.
O Restaurante Emporium Armazém Mineiro, inaugurado em 1990 e situado na Avenida Afonso Pena 4034 no bairro Mangabeiras, conquistou minha simpatia e meu paladar, o atendimento foi muito bom e a comida estava deliciosa. Me deliciei com um filé mignon ao molho de gorgonzola servido em um caldeirão de pedra, acompanhado de uma cesta de pães, tudo combinou perfeitamente com a noite fria de sábado.

Confira mais um pouco no site: www.restauranteemporium.com.br.

Um grande abraço,
Phillipe.